Quatro corpos foram encontrados no Centro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na madrugada desta quarta-feira. Segundo o secretário de Polícia Civil, o delegado três deles são suspeitos de matar Valentina da Costa Eracto dos Santos, de 8 anos, durante uma tentativa de assalto no município, no último dia
Os corpos foram deixados na Rua Santa Luzia, em frente a uma igreja evangélica, com as mãos e os pés amarrados, além de apresentarem marcas de tiro.
Os homens são: João Vitor Teixeira Araújo, de 19 anos, com quatro anotações por roubo quando era menor; Lucas Pereira dos Santos Plínio, o LC, de 25, com três anotações por roubo; Weslley Oliveira de Souza, o Caveirinha, de 23, com passagens por homicídio, porte ilegal de arma e receptação; e Wilson de Oliveira de Santana Adriano, de 20 anos.
As vítimas tinham ligações com diferentes comunidades, incluindo o Castelar e o Chapadão, e seriam moradores da cidade de Belford Roxo.
Na segunda-feira, a Justiça do Rio havia decretado a prisão de João Vitor, Lucas Pereira e Weslley Oliveira pelo envolvimento na morte de Valentina dos Santos. Segundo o secretário , os três foram executados por narcoterroristas do Comando Vermelho, que "estavam com medo de operações da Polícia Civil nos seus redutos".
Quando a lei do Estado é arcaica, obsoleta, branda, leniente e não pune seus criminosos à altura, a lei do crime se mostra muito mais rápida e muito mais eficaz. Isso me incomoda demais e tenho certeza de que incomoda muito você, cidadão trabalhador, que não aguenta mais essa impunidade — afirma o secretário.
Além disso, o secretário de Polícia Civil destaca que os três já possuíam "diversas anotações criminais", mas que continuavam "soltos, roubando trabalhadores e matando crianças".
Precisamos mudar essa realidade perversa que a cada dia só faz mais vítimas inocentes e só favorece o bandido. Esses três marginais já tinham diversas anotações criminais por crimes graves e mesmo assim estavam soltos, roubando trabalhador e matando crianças. Se a nossa lei fosse dura, ainda estariam presos e nada disso teria acontecido — diz.
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga o caso. Diligências estão em andamento para apurar as circunstâncias do fato.
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Redação: Jornalismo A Voz do Povo.
Direção: Jornalista Marcio Carvalho




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