Homem espanca mulher e quebra costelas dela após ter 'cantada' negada no RJ

 Uma mulher foi espancada por dois homens em uma casa de shows em Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro, após negar uma "cantada" feita por um dos agressores.

Érica de Aguiar da Conceição, 32, estava acompanhada pela namorada, identificada apenas como Bruna, quando foi agredida. Em nota, a Polícia Civil do Rio informou que o caso ocorreu na madrugada de segunda-feira (9) e está sob investigação.

Érica foi socorrida e está internada no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara. Ela sofreu traumatismo craniano, teve três costelas quebradas, sofreu um hematoma no rim, além de fraturas na região da face, segundo a namorada dela relatou à TV Globo.

O quadro clínico de Érica é considerado estável,  a Prefeitura de Maricá. "A paciente deu entrada no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara na madrugada de segunda-feira (09/03), onde permanece internada. O quadro clínico é considerado estável".

Bruna e Érica estavam juntas em um show no Pier 021 Lounge, no centro de Maricá. Em determinado momento da festa, dois homens se aproximaram delas e um deles teria dando uma "cantada" em Érica, que recusou.

A vítima explicou que estava acompanhada da namorada. Nesse momento, os dois homens teriam começado a assediar o casal e a fazer gestos obscenos e insultos homofóbicos contra elas.

Um dos homens desferiu um soco que atingiu o rosto de Bruna. Houve uma confusão dentro do espaço da casa de shows, a segurança interveio e retirou os agressores do local. Entretanto, as duas mulheres também teriam sido colocadas para fora, segundo Bruna.

Do lado de fora, a confusão foi retomada e Érica espancada. "Eles começaram a bater muito nela. Quando vi, ela já estava caída no chão, com um corte na cabeça, ensanguentada, desmaiada. Eu e uma amiga tentamos ajudá-la. E os agressores ficaram só rindo, debochando. Ninguém fez nada para nos ajudar", disse Bruna à reportagem do Bom Dia Rio, da TV Globo.

Até o momento, ninguém foi preso. A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que as investigações estão sob responsabilidade da 82º DP (Maricá).

O caso também é acompanhado pelo governo do Rio de Janeiro. O Programa Rio Sem LGBTIfobia, por meio do Centro de Cidaania LGBTI+ Metropolitana II do governo estadual, repudiou a violência, disse prestar suporte às vítimas e cobrou justiça.

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Redação: Jornalismo A Voz do Povo.

Direção: Jornalista Marcio Carvalho





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