O Centro de Reabilitação às Crianças Neuroatípicas de Belford Roxo promoveu, na quinta-feira (22), um encontro voltado para mães de crianças e adolescentes atípicos.
A ação reuniu famílias, profissionais de saúde e convidados em uma roda de conversa sobre os desafios da maternidade atípica, acolhimento familiar e cuidados com a saúde física e emocional.
Realizado pela Prefeitura de Belford Roxo, por meio do Centro de Reabilitação às Crianças Neuroatípicas, o encontro contou com palestras e debates sobre saúde mental das mães, desenvolvimento infantil, saúde motora e bucal, além da importância da participação familiar no acompanhamento das crianças e adolescentes.
Fortalecimento da rede
De acordo com a direção da unidade, o objetivo foi fortalecer a rede de apoio às famílias atípicas e ampliar o acolhimento dentro da própria clínica. “Falamos sobre os desafios da maternidade atípica, dos cuidados com a nossa saúde mental e a importância da saúde física, motora e bucal das nossas crianças e adolescentes. Também destacamos a importância da rede de apoio, principalmente quando as mães participam de grupos de acolhimento das famílias atípicas, além da participação das famílias no desenvolvimento dos seus filhos”, destacou a diretora da clínica, Juliete Cordeiro.
Além dos profissionais da clínica, o encontro teve participação do professor universitário, veterinário e fisioterapeuta Fábio Sena, de Jéssica Fernandez, do podcast Roda Atípica, e de representantes da Cruz Vermelha de Belford Roxo.
Mudando a história
Representando a Cruz Vermelha, Josias dos Santos destacou a importância do trabalho social desenvolvido no município. “Temos um grupo que trabalha muito pela população, que chegou pra mudar a história da nossa cidade e a Cruz Vermelha está junto pra fazer esse bom trabalho em prol da população, das mães. E agora a gente sabe que esse trabalho só tem a crescer com esse governo”, afirmou.
Fundadora do projeto Roda Atípica, Jéssica Fernandez ressaltou a necessidade de acolher também as mães que estão na linha de frente dos cuidados. “A gente sabe que muitas dessas mães se encontram sozinhas, os pais acabam indo embora. Então a mãe está na linha de frente, e é importante a gente cuidar de quem cuida. A inclusão começa pela maternidade. É de extrema importância ter um lugar que acolhe não só as crianças, como as famílias”, concluiu.
Fotos: Divulgação/PMBR
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Redação: Jornalismo A Voz do Povo.
Direção: Jornalista Marcio Carvalho




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